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A euforia do acordo comercial em queda é um golpe para o dólar norte-americano
As notícias da semana passada sobre a redução drástica das tarifas chinesas, impostas por Trump, impulsionaram o dólar, mas por pouco tempo....

A moeda com a melhor performance na semana passada foi o iene japonês. O Banco do Japão deu sinais que está pronto para começar o ciclo de aperto à política monetária.
O aparente controlo sobre a inflação por parte dos bancos centrais originou uma procura muito acentuada por ativos de risco em todo o mundo.
O feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos costuma deixar os mercados mais calmos e com menor volatilidade, e a semana passada não foi exceção.
A Reserva Federal recebeu mais uma vez uma surpresa positiva do relatório de inflação de Outubro nos EUA. A inflação voltou a abrandar e os mercados financeiros celebraram o provável fim da subida das taxas, fazendo disparar os mercados acionista e obrigacionista em todo o mundo.
O mercado estava a sentir-se cada vez mais confiante de que o ciclo de subidas de taxas de juro por parte da Fed tinha terminado e esperavam o anúncio de futuros cortes, no entanto, as declarações de Powell na semana passada não foram em linha com este cenário.
As obrigações e as ações subiram em simultâneo em todo o mundo na semana passada, suportada pela indicação da Reserva Federal de que o ciclo de subida nas taxas de juro pode ter chegado ao fim.
A escalada da guerra entre Israel e o Hamas, juntamente com o fluxo constante de surpresas positivas da economia dos EUA, levou o dólar a valorizar na semana passada.
O dólar americano foi negociado na semana passada num intervalo estreito de valores em relação aos seus principais pares, terminando ligeiramente abaixo da maioria das moedas europeias, exceto a libra esterlina.